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Pingo à três quartos

Vai um pingo e uma conversa?

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Os meus amores-perfeitos

Hoje vou falar-vos um bocadinho destas flores que eu acho tão bonitas (e olhem que não sou grande apreciadora de flores).

Os amores-perfeitos sempre me fascinaram, tanto pelas suas cores vibrantes, como pela aleatoriedade onde podem crescer. É certo que, hoje em dia, os locais onde vemos estas flores são “manipulados” pelos humanos para ficarem bonitos, mas a planta Viola tricolor é originalmente selvagem e costuma crescer em prados abandonados, em solos ácidos ou neutros.

Típica do continente europeu e asiático, as suas flores costumam nascer na Primavera, mas este florescimento pode prolongar-se até Setembro, portanto os princípios do Outono! E podem ter cor roxa, azul, amarela ou branca. 

Assim, apresento-vos, os meus amores-perfeitos:

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Foram-me oferecidos pela minha mãe no término da minha jornada de cinco anos em Ciências Farmacêuticas. A cor do meu curso é o roxo, por isso não haveria melhor prenda que me pudesse ter sido dada!

Para vos falar só mais um pouco desta planta, vamos à parte mais interessante para mim:

Nos tempos antigos, tanto as flores como a planta em si foram usadas para tratar ou diminuir os efeitos de doenças como epilepsia, asma, bronquite, eczemas e outras condições patológicas da pele, fazendo parte da farmacopeia americana (um dos livros que contém informações de como se preparar medicamentos ou as suas fórmulas) em determinado intervalo de tempo.

Hoje em dia, encontrou-se evidência em como a Viola tricolor pode ajudar na resolução da crosta láctea, uma condição cutânea dos recém-nascidos e bebés que consiste em dermatite seborreica localizada no couro cabeludo e na face dos bebés (resumindo, pequenas crostas que aparecem na pele e que podem ser evitadas se feita a higiene correta). 

Ainda sobre a pele, é uma planta que permite o embelezamento desta, pela sua propriedade purificante e função restauradora, existindo produtos para uso externo e interno.

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